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	<title>NotANumber &#187; Europe</title>
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		<title>Estrada sem fim</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 19:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Kiefer</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordamos em Etretat com muitos quilômetros pela frente, um bom trecho de carro e outro tanto de trem. Tomamos nosso café da manhã, comprado numa boulangerie, olhando as falésias na beira da praia. Nem o vento congelante atrapalho o momento. Acertamos o hotel e partimos para a estrada, eram pelo menos 3h de viagem até Lille. As auto-estradas francesas são muito boas, valem o que se paga de pedágio.</p>
<p>Utilizamos pouco o GPS, somente para nos guiarmos até a auto-estrada e depois para chegarmos em Lille. Dessa vez analisamos toda a rota antes de partimos para a estrada, foi bem melhor assim. Às 15h chegamos na Gare de Flanders, em Lille. Próximo trem para Brugge era às 17h, tínhamos tempo para descansar da estrada, almoçarmos e comprarmos as passagens.</p>
<p>Foi a primeira viagem de trem da Nanda, ela adorou a experiência, parecia eu na minha primeira viagem de trem. Chegamos às 18h33 em Brugge, logo estávamos no hotel, bastou pegarmos o primeiro ônibus em direção a praça central. Aproveitamos o final do dia, afinal só escurece às 21h, para conhecer um pouco da cidade. Nos assustamos com o preço dos restaurantes, preços para turistas. Acabamos jantando no Quick, era a melhor opção e o mais perto do hotel.</p>
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		<title>Etretat</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 19:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Kiefer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outra ótima dica que recebemos: visitem Etretat. Saímos cedo de Granville, rumo a Etretat e suas falésias. Foram uns 240km, passando pelas gigantescas pontes que existem em Le Havre. Como anotamos os principais pontos da rota, só utilizamos o GPS nos pontos mais críticos. A sinalização nas estradas é muito boa, tendo um mapa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outra ótima dica que recebemos: visitem Etretat. Saímos cedo de Granville, rumo a Etretat e suas falésias. Foram uns 240km, passando pelas gigantescas pontes que existem em Le Havre. Como anotamos os principais pontos da rota, só utilizamos o GPS nos pontos mais críticos. A sinalização nas estradas é muito boa, tendo um mapa e planejando a rota antes é muito fácil de se locomover de carro pela França.</p>
<p>Chegamos em Etretat e já era hora de almoçarmos, antes de irmos para praia ver as falésias. Comemos um crepe de salmão, nos instalamos no hotel e partimos para a praia, que estava há 3 quadras dali. Chegando na praia nos deparamos com as incríveis falésias! A cidade foi criada bem no meio do vale entre as falésias. Na praia não há areia, somente pedras, de todos os tamanhos e formatos. A sensação de andar no meio de brita é engraçada, o pé afunda. </p>
<p>Subimos nas falésias dos dois lados da praia. A vista é impressionante. Definitivamente deve ser incluído numa visita pelo interior da frança. O tempo estava ótimo, apesar de nublado, não havia vento e a temperatura estava amena. A cidade deve fica explodindo de turistas no verão.</p>
<p>A noite começou a chover e ventar, logo o frio virou congelante novamente. Jantamos batatas para nos aquecermos.</p>
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		<title>Mont Saint-Michel</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 19:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Kiefer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acordamos em Granville, o dia prometia. Havia um nevoeiro, vento e o sol prometia aparecer. O vento continua cortando de tão frio. Granville fica há 50km do Mont Saint-Michel. Há uns 20km do monte, ele já começa aparecer no horizonte. O sol também resolveu aparecer, só faltava parar o vento agora (coisa que não ocorreu). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordamos em Granville, o dia prometia. Havia um nevoeiro, vento e o sol prometia aparecer. O vento continua cortando de tão frio. Granville fica há 50km do Mont Saint-Michel. Há uns 20km do monte, ele já começa aparecer no horizonte. O sol também resolveu aparecer, só faltava parar o vento agora (coisa que não ocorreu). Ver o monte e suas construções é realmente incrível, vale a visita. O estacionamento estava lotado, todos os turistas da região resolveram aproveitar o belo dia de sol para visitar o monte.</p>
<p>A maré estava no seu nível mais baixo, somente em uns 3 dias que ela começaria a encher. Essa diferença de marés é realmente impressionante, ficam vários quilómetros de praia, com pequenos rios e areia movediça. Haviam diversas excursões caminhando pela areia. Subimos o monte, contornando as muralhas, local onde haviam menos turistas. Na rua principal do burgo hordas de turistas e excursões andavam para cima e para baixo. Logo chegamos a entrada a abadia. Que é a melhor atração do monte, além dele próprio.</p>
<p>Na Abadia existem diversos níveis de salões, no topo está a igreja e o claustro. Abaixo disso num emaranhado de escadas e passagem existem diversos salões, com lareiras gigantescas e pilares incríveis. Definitivamente é impressionante ver isso tudo. </p>
<p>O sol estava queimando e o vento congelava, a sensação era estranha. Caminhamos um pouco pelo entorno do morro antes de retornamos a Granville. Várias pessoas, malucas ou somente europeias demais, molhavam os pés entrando nos rios. Ficamos com a impressão que a quantidade de turista em um lugar como este devia ser um pouco controlada. Haviam excursões demais, pelo menos uns 20 ônibus estavam estacionados, além de uma quantidade infinita de carros.</p>
<p>Chegamos em Granville com tempo para passear antes do pôr-do-sol. Não deu para visitar os museus da cidade, pois eles já haviam fechado. A parte antiga da cidade, em cima do morro, é muito bonita. Jantamos um faux filet com fritas, congelamos com o vento voltando para o hotel.</p>
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		<title>Rumo ao Mont Saint-Michel</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 19:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Kiefer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acordamos em Blois com uma agenda cheia para o dia e com o objetivo final de chegar a Grandville, para visitar o Mont Saint-Michel no dia seguinte. Antes de rumarmos para o litoral, tínhamos que visitar pelo menos o Châteu Chenonceau. Fizemos o check-out do hotel e partimos para a estrada, Chenonceau fica há uns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordamos em Blois com uma agenda cheia para o dia e com o objetivo final de chegar a Grandville, para visitar o Mont Saint-Michel no dia seguinte. Antes de rumarmos para o litoral, tínhamos que visitar pelo menos o Châteu Chenonceau. Fizemos o check-out do hotel e partimos para a estrada, Chenonceau fica há uns 50km de Blois. O dia estava com nevoeiro e um pouco encoberto. </p>
<p>O Châteu Chenonceau é um dos mais bonitos da região e fica situado sobre o leito do rio. Haviam muitos turistas visitando o local, mas isso não nos atrapalhou. Visitamos todos os aposentos e nos divertimos olhando os jardins. Há um grande labirinto circular no meio do bosque do castelo. Aproveitamos para almoçar no restaurante da L&#8217;orangerie do castelo, nos deliciamos com um belo Boeuf Bourguignon com batatas frita. </p>
<p>Saindo do castelo, resolvemos passar na frente do castelo de Amboise, desviando um pouco a rota prevista pelo GPS. Amboise pareceu legal, mas ficamos contentes por termos nos hospedado em Blois. Aqui a cidade tem cara bem mais turística do que Blois. Do castelo só conseguimos ver a muralha, não tínhamos tempo para entrar e visitar. Logo partimos para a estrada. Faltavam pelo menos 350km para chegarmos ao mar.</p>
<p>No meio do caminho, logo na saída de Amboise, tivemos a sorte de passar pelas cavernas Trogloditas. É muito interessante ver os buracos escavados na rocha e utilizados como casas. Vale gastar mais tempo pelo vale, 3 dias são poucos para visitar o vale. Reserve pelo menos uma semana para visitar com calma os principais castelos, vinícolas e outras atrações da região.</p>
<p>Levamos umas boas 4h até chegarmos em Granville. Foi bastante chão rodado, várias paisagens diferentes e de vez em quando um cheiro forte de vaca (acho que estávamos na Normandia). No meio do caminho o carregador do iPhone para carro deixou de funcionar. Tivemos que andar com o GPS desligado, só ligando nos pontos principais. Granville é uma cidade linda, com praias, porto, cassino, restaurantes e história. Estava frio e o vento era congelante. Foi uma ótima dica ficar nessa cidade, ao invés de algum hotel no Mont Saint-Michel.</p>
<p>Terminamos o dia, exaustos, devorando uma bela pizza. A Nanda comeu um calzone de salmão e eu ataquei uma pizza de saint-jacques (vieiras) e camarões. Nham!</p>
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		<title>Chambord, Chiverny</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 19:18:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Kiefer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acordamos cedo, afinal, tínhamos dois castelos, Chambord e Chiverny, para visitar. Tomamos o café da manhã no hotel e logo partimos para Chambord, a 25km de Blois. O GPS nos guiou por algum caminho estranho, mas bastante bonito. A chegada ao castelo é bastante impressionante, toda a área em volta do castelo é um bosque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordamos cedo, afinal, tínhamos dois castelos, Chambord e Chiverny, para visitar. Tomamos o café da manhã no hotel e logo partimos para Chambord, a 25km de Blois. O GPS nos guiou por algum caminho estranho, mas bastante bonito. A chegada ao castelo é bastante impressionante, toda a área em volta do castelo é um bosque e a grande estrutura do castelo se ergue no meio da mata. </p>
<p>O castelo é bastante bonito, o que chama bastante a atenção é a simetria da construção, assim como a grande escada em hélice dupla no centro do castelo. Almoçamos do lado do castelo, na sombra, vendo o castelo. O sol estava generoso, e na sombra estava agradável. Após nosso sanduíche, pegamos o carro e seguimos as instruções do GPS para chegarmos em Chiverny. </p>
<p>Chiverny é o castelo que inspirou um dos castelos que aparecem nos quadrinhos do Tin Tin. Se compararmos ele com Chambord ou com Blois, é um castelo pequeno, talvez esteja mais para uma grande mansão. Os jardins do castelo são incríveis, enormes e super bem cuidados. Além disso, eles possuiu uma gigante matilha de cães de caça. Assistimos os cachorros recebendo a janta, eram uns 100 animais correndo e disputando a carne e ração. Uma cena incrível e inusitada.</p>
<p>Voltamos para Blois cedo, compramos pains au chocolate para a alegria da Nanda e aproveitamos para jantar dessa vez, afinal era bem antes das 22h.</p>
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