Lisboa

O dia amanheceu nublado, chances de chuvas durante o dia, nada muito animador para fazer turismo. Saimos de casa com capa e guarda-chuva, prontos para uma eventual tempestade. A caverna (apto. onde estamos) fica no bairro alto e bastante próximo ao Chiado. Tomamos café na primeira padaria com bastante movimento, não erramos na escolha nosso café estava ótimo. Seguimos caminhando, passamos pela estátua do Camões, por outra do Fernando Pessoa, a essa altura, já estavamos perto do Convento do Carmo. Acabamos não entrando dentro das ruínas dele, mas vimos todo ele por fora e também subimos no elevador que há ao lado. Do elevador tem-se uma ótima vista da cidade.

Saindo de lá, caminhamos em direção ao Rossio, e seguimos pela Rua Augusta até a Praça do Comercio. No caminho paramos num quiosque de informações, necessitavamos de mapas e folhetos sobre a cidade. Ainda era cedo, então fomos visitar a Catedral da Sé, que fica na subida em direção ao castelo de São Jorge. De longe a catedral lembra um pouco a Notre Dame, mas com bem menos ornamentos na fachada. Continuamos a nossa subida em direção ao castelo, passamos pelo mirante Santa Luzia, e logo em seguida estavamos no castelo.

Do castelo original pouco sobrou os diversos terramotos (eles dizem assim aqui em Portugal) destruiram grande parte dele. Mas ainda há algumas torres e muralhas de pé, além dos vários séculos de história que se passaram por ali. Dizem que há vestigios do século VI antes de cristo dentro da área do castelo, mas também há fatos mais recentes, como a recepção a Vasco da Gama quando ele retorna da Índia, ou ainda a primeira apresentação de teatro português do Gil Vicente.

Saímos do castelo antes das duas da tarde, semi-mortos de fome, pegamos um bonde para descer o morro. Sim, aqui ainda há bondes, achei o máximo andar de bonde! Comemos num restaurante na Rua Augusta, eu comi um bacalhau a brás, MUITO bom, e pastéis de nata de sobremesa (nome comum dos pastéis de belém).

Como eu queria muito ver o Pavilhão de Portugal, feito pelo Álvaro Siza para a exposição mundial de 1998, fomos até o Parque das Nações, no caminho descobrimos que o aquário que queriamos ir ficava em Lisboa e não em Barcelona, dentro do parque! Obviamente fomos para lá depois de passar no pavilhão. A arquitetura do pavilhão é muito legal, a lage de concreto curva que cobre um considerável vão tem uma leveza impressionante.

O que falar sobre o segundo maior aquário do mundo? Não sei, talvez baste dizer “imperdível”, mas talvez isso seja pouco. Dentro do aquário há diversos ambientes, recriando ecosistemas dos diversos mares, mas não só com aquários, mas também com passaros e vegetação nativa. São dois andares cheios de peixes, aves, plantas, e tudo que é organismo que se encontram nos mares. A Lu queria roubar o casal de lontras do Oceanário, eu queria os pingüins. Passamos algums horas lá dentro e tirei muitas fotos pra variar um pouco.

One thought on “Lisboa

  1. Ae Pedro! Ainda bem que é o segundo maior do mundo… o que deixa espaço pro meu aquário! Hehehe! Brincadeira, se puder coloca umas fotos do aquário né!

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