Monet

O que fazer em Paris senão ver Monet? Então dedicamos o dia a ele. Começamos visitando o Museu Marmottan-Monet, que possui uma coleção e tanto das obras dele, mas também possui só isso. Sempre me impressiono vendo Monet. Sem fotos desse museu, eles não deixavam tirar fotos, pena por quê tinha vários trabalhos que eu gostaria de guardar uma foto. Como o museu era pequeno a visita foi curta e logos partimos para o Palais de Tokyo.

No Palais de Tokyo há dois museus, um de arte contemporânea e outro de arte moderna e contemporânea com um acervo permanente. A exposição de arte contemporânea que tinha era fraca, só gostamos de uns 3 trabalhos. Mas o espaço expositivo é bastante interessante, ver uma exposição boa aí deve ser bem legal.

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O acervo do museu em frente (o de arte moderna e contemporâne) é GENIAL. No mínimo uma aula de como organizar um acervo histórico. Há um passeio pré-definido pelo acervo, com várias informações sobre os periodos dos trabalhos expostos sempre fazendo uma paralelo com outros movimentos de arte da época. Talvez de uma forma resumida possa se dizer que é uma mini aula de história da arte do último século (1900-2000).

Como se isso não bastasse de artes pelo dia e como todas as minhas tentativas de ir na l’Orangerie tinham falhado, rumei para lá. A Lu não foi pois já tinha visitado esse museu, combinei e encontra-la mais tarde no Pompidou – para abusarmos mais um pouco da internet deles. Então tive minha segunda dose massiva de Monet do dia. Se eu já tinha me emocionado na manhã dentro do Marmottan, à tarde foi muito mais intenso. As Ninféias do Monet são simplesmente o máximo. Tirei várias fotos. Muitas fotos. O Museu também acabou de passar por uma reforma, e como bom filho de arquiteto, tirei várias fotos do museu – um pequena seleção abaixo.

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Quando eu cansei de ver Monet (jura que isso é possível) fui encontrar a Lu no Pompidou. Devia pegar a linha 1 do metro até Hôtel de Ville, e caminhar até lá. Mas o metro não estava afim de me levar para lá, e fui obrigado a descer do trem junto com as 600 pessoas que estavam dentro dele. Refiz a minha rota por outra linha, afinal era só tomar dois metros e descer na Châtelet: barbada! Chegar em Châtelet foi simples, agora aonde fica a saída desse shopping (Les Halles) que tem em cima do metro? Resumo, quando eu vi estava quase no Palais Royal (que fica do lado oposto ao Pompidou), mas olhando no mapa logo me achei e tomei o rumo correto.

Encontrei a Lu e fomos pegar o metro no Hôtel de Ville, pra nossa surpresa tinha uma pista de patinação no gelo montada com muitas pessoas patinando. Foi o momento descontraido do dia, tirei muitas fotos de todo mundo que estava patinando – alguns literalmente. Selecionei algumas boas para colocar online.

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